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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

7 dicas para mulheres empreenderem em 2014

Ferramentas como o Google Trend são indicadas para identificar uma oportunidade de negócios (Foto: Thinkstock)
Empreendedores homens dominam o mercado. É um fato. Isto pode gerar insegurança nas mulheres que desejam empreender, mas não significa que elas não têm espaço. Segundo especialistas entrevistadas pela PEGN, se uma mulher tiver autoconfiança e determinação poderá tirar do papel uma ideia de negócio.
Três mulheres que entendem do assunto explicaram como uma mulher empreendedora pode montar a sua empresa. Confira os conselhos de Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora, Elisabete Miranda, presidente da CQ fluency, e Lênia Luz, sócia do blog Empreendedorismo Rosa.
1. Para identificar uma oportunidade de negócios é preciso estar atenta às alternativas para as tarefas mais corriqueiras, pensar na possibilidade de processos ou produtos mais simples e não somente na elaboração do que ainda não existe. “O principal é que a sua ideia atenda a uma necessidade do mercado, ou seja, que as pessoas precisem ou queiram”, diz Elisabete Miranda. Ler sites, revistas e jornais pode ajudar a perceber do que as pessoas estão falando e para onde a sociedade está caminhando, a fim de desenvolver um negócio promissor. Ana Fontes sugere ferramentas tecnológicas como o Google Trends para saber das principais tendências.
2. Elabore um plano de negócio. Ele é importante para que você se arrisque menos na empreitada. Essa etapa pode assustar muitos empreendedores de primeira viagem, mas nada mais é do que pensar no mercado e definir a maneira com que sua empresa vai atuar – tudo de forma muito simples, mas eficaz. Com ferramentas como o Business Model Canvas, é possível contemplar as principais áreas de um negócio: mercado, concorrência, proposta de valor, fontes de receita e divulgação, por exemplo.
3. Encontrar apoio na fase inicial é essencial para poupar tempo útil e evitar alguns erros de iniciante. É recomendável a participação em grupos de networking entre empreendedores e competições de negócios, como a Startup Weekend e a Start It Up. Outra dica é não ter medo de contar a sua ideia para todo mundo, alguém pode ajudar a melhorá-la. “A ideia em si não tem valor, o que tem valor é a execução e não se trata de quem faz primeiro, mas de quem faz melhor”, diz Ana. No quesito financeiro, o ideal é contar com as próprias economias e, se não for possível, procurar amigos, familiares ou, em alguns casos, um financiamento no banco ou ajuda de um investidor-anjo.
4. Na hora de formar a primeira equipe, é preciso buscar profissionais qualificados, dedicados, flexíveis e criativos e, principalmente, cuja motivação principal não seja um alto salário. Um erro comum é sucumbir às dificuldades e contratar conhecidos ou parentes que não necessariamente cumpram os pré-requisitos listados acima. Não existe milagre: se a sua empresa ainda não tem condições de pagar bons salários aos talentos de que precisa, a saída é fazer com que eles abracem a sua causa. Ofereça aos profissionais um propósito e, antes de tudo, acredite nele. Só assim conseguirá convencer outras pessoas a superar desafios com você.
5. Aprenda a gerenciar o seu tempo. A técnica é essencial tanto para sua vida pessoal quanto para o desenvolvimento de sua empresa. Aceite o quanto antes e sofra menos: você não vai dar conta de tudo sozinha. Aprenda a delegar e a pedir ajuda, além de usar corretamente ferramentas como a agenda do smartphone. Um caminho é calcular quanto custa sua hora de trabalho e, a partir daí, decidir o que é importante fazer pessoalmente e o que se deve delegar. “Quando vou visitar um potencial cliente, em vez de dispor um tempo enorme pesquisando sobre ele, peço para alguém do escritório que ganha bem menos do que eu fazer a pesquisa e me entregar um relatório”, diz Elisabete. Sem foco, uma líder não consegue delegar funções e deixa de cuidar de partes vitais do negócio, como o financeiro e o networking, pontos fracos das mulheres empreendedoras.
6. Para empreender, é preciso ter jogo de cintura e saber lidar com erros: os seus e os dos outros. Cada pessoa tem seu próprio jeito de elaborar uma tarefa – isso não é ruim: você pode se surpreender positivamente e aprender um caminho mais fácil. Acredite no potencial da sua equipe, afinal, não faz sentido contratá-la se não confiar na capacidade de seus integrantes. E lembre-se: mais importante do que reparar erros, é preveni-los. Para isso, você precisa aceitar que eles farão parte do desenvolvimento de sua empresa e analisar as causas para que não aconteçam novamente.
7. Aprenda outras línguas. Se a sua empresa está ligada a turismo ou a serviço em geral, saiba falar outras línguas e certifique-se de que sua equipe também esteja preparada. “O ano que vem será um ano atípico, com muitos turistas, e qualquer habilidade voltada à receptividade deles será um diferencial”, diz Lênia Luz. Vale tudo: organização de translados, reservas em hoteis e pacotes turísticos à disposição de seus clientes e parceiros.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Como ser uma mulher de sucesso

Ei, quem falou que ser bem--sucedida significa trabalhar demais?!
Foto: Dean Isidro
Pare e pense em uma mulher bem-sucedida. Ela deve ter um emprego bacana, um corpo incrível e um relacionamento de dar inveja até a Beyoncé. É inevitável: a gente se inspira em pessoas que aparentam vir com o tal pacote completo - emocional, profissional, físico. A maioria das que vemos brilhar por aí parece ter "chegado lá" seguindo um checklist predeterminado. Mas a verdade é que o sucesso é definido mais pelo que você escolhe abrir mão do que pelo que você tem. Mesmo essas mulheres inspiradoras precisaram perder em algumas coisas para ganhar em outras. E estão se agarrando a versões atualizadas do que significa ser bem-sucedida. Se antes era sinônimo de viver ocupada e ganhar um salário alto, agora envolve conquistas intangíveis, como um casamento feliz, o luxo de poder tirar um dia de folga às vezes e, principalmente, estar satisfeita com a forma que sua vida está no presente, sem deixar o peso do futuro apagar suas conquistas - até porque sucesso hoje não garante sucesso amanhã. Pode respirar aliviada: essa nova tendência tira das nossas costas a responsabilidade falsa de ser exemplar em todas as áreas da vida. Ou seja, dá para escolher as prioridades com mais tranquilidade e sentir orgulho de nós mesmas. Ufa!


A GRANDE VIRADA

Fomos condicionadas a acreditar que ser bem-sucedida dependia exclusivamente do nosso mérito: "Se você se esforçar, vai chegar lá". Mas esse "lá" ficava tão distante que causava frustração: poxa, se só depende de mim e não consigo me sentir realizada, sou fracassada? Esqueça. "Estamos finalmente aprendendo que sucesso é uma questão de ponto de vista. Cada um dá a definição que quiser", diz a terapeuta Ligia Mass, do Rio de Janeiro.

Segundo a pesquisa Life Twist (algo como Virada na Vida), da American Express, a exigência do pacote completo ficou para trás. E quem consegue se desvencilhar do pré-requisito reconhecimento + dinheiro + beleza é chamado de life twisters, pessoas mais confortáveis e seguras com suas escolhas (muitas vezes mais simples). Mas não é fácil. Afinal, estamos programadas a correr atrás de modelos que, às vezes, não têm nada a ver com a gente, principalmente no trabalho. E é só olhar ao redor para encontrar pessoas que lutaram tanto para conquistar o que achavam que precisavam e, no fim, não ficaram satisfeitas.

Ou seja: dificilmente você vai se sentir realizada só porque mata um leão por dia - fora que vai estar cansada demais para comemorar. Na verdade, pequenas vitórias cotidianas devem contar como sucesso: conseguir pagar uma viagem, terminar um livro, receber um elogio de quem você admira. E também se permitir tomar novos caminhos, como mudar o rumo de uma relação ou uma carreira que já não a satisfaz. Afinal, se somos tão diferentes, é natural que a definição e o peso do que é ser bem-sucedida também sejam muito pessoais.


NA MEDIDA

Talvez você não tenha o corpo, o marido ou a veia empreendedora de Fernanda Lima. Mas isso não quer dizer que o que é sucesso para ela funcionaria para você. Muitas vezes, o que a gente define como ideal está longe do que nos completaria. Ok, seu salário não é alto e ainda falta perder alguns quilos até o verão. Mas a boa notícia é que o sucesso não está lá na frente, quando você for chefe ou emagrecer. Aliás, sucesso não é um lugar a que você chega com a cadeira de praia, abre o guarda-sol e curte sem nunca mais se preocupar - está na satisfação que você sente com o que faz agora. E você tem sucesso todos os dias em diferentes desafios. É só prestar atenção. "Reduzir expectativas não significa diminuir seus sonhos, mas reconhecer seus limites", diz Ligia.

Temos que encarar a realidade: o que dá e o que não dá para você alcançar? Não dá, por exemplo, para achar que só vai ser feliz quando tiver uma relação sem DRs. Ou continuar sonhando em ser apresentadora de TV se for tímida. "Para alinhar expectativa e realidade, é preciso conhecer seus potenciais e medos", diz a psicóloga Sirley Bittu, de São Paulo. E ver graça no caminho que tem pela frente.

EXERCÍCIO RÁPIDO

como seria um dia em que você se sentisse 100% realizada? Você pode se surpreender com a simplicidade! Dar passos do tamanho da sua perna rende uma maturidade emocional que vai ajudá-la a ficar mais segura em relação às próprias escolhas. Você vai aprender a valorizar e trabalhar suas qualidades, sem tanta cobrança. Não se trata de desistir da ideia de sucesso. Mas de insistir na construção da ideia do que ele significa para você. A vida está ou não prestes a ficar bem mais gostosa?
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

DICAS DE BELEZA PARA PELE NEGRA

pele negra
Tatiele e Marina contam o que fazem para cuidar dos cabelos - Foto: Jessica Moraes
As empresárias de moda Marina França e Tatiele Escobar passaram pelos corredores da SPFW edição Inverno 2014 e nos deixaram algumas diquinhas de beleza básica, para quem tem a pele negra e os cabelos cacheados.
Marina conta que não tem muito segredo para cuidar dos cabelos.
Ambas adoram uma maquiagem, mas preferem destacar a boca. "Eu dou uma neutralizada na pele e não uso muita sombra não, porque com uma pele mais clean eu posso caprichar no batom", diz Tatiele. Marina, que usava um batom uva, concorda. "Qualquer tom de batom cai bem com nosso tom de pele, então abusamos", conclui.Ela lava normalmente e desembaraça os fios durante o banho, usando pouco condicionador. Depois usa um ativador de cachos, que ajudar a eliminar o frizz e modelar os cachos. Tatiele segue o mesmo ritual mas usa o leave-in após o banho e lembra que faz uma hidratação semanal nos cabelos para deixar o cachos com forma e brilhantes.
pele negra
Foto: Jessica Moraes
Por Jessica Moraes

Como fazer orçamento do casamento


Depois da decisão de viver uma vida a dois, é hora de planejar a união do casal. Uma ótima opção para controlar os gastos é criar um orçamento, com todo o dinheiro que se pretende investir e com o checklist de tudo o que vai ser gasto na celebração. 

O primeiro passo é listar tudo o que você deseja no casamento dos seus sonhos. Aqui é preciso sensatez para saber se é necessário ou não fazer alguns cortes. Tudo vai depender de quanto você tem para investir. Para te ajudar nessa etapa, a Revista Mundo Mulher criou uma lista básica dos principais itens para um casório, lembrando que você pode acrescentar ou retirar alguns deles. Confira:


Crie uma planilha no Excel para ter tudo sob controle ou tenha uma agendinha própria para isso. Se você não tiver preferências por fornecedores específicos, vale a pena pesquisar por preços que caibam no seu orçamento, sem deixar de agregar qualidade ao serviço.

A noiva que ilustra o Diário de Noivas nessa postagem é a Samara Alves, que já está na expectativa do casamento que será em novembro de 2013.  Ela conta pra gente como ela e o noivo, Thiago Aragão, lidaram com essa etapa para o grande dia e dá duas dicas ótimas para vocês. 


O casal já realizou o ensaio fotográfico e dividiu conosco algumas das fotos assinadas pelo fotógrafo Thiago Cascais. Muito amor e romantismo em um cenário que foge do tradicional, não é mesmo? Adoramos!

Como lidar com os filhos da geração Z



Primeiro foi a geração X, depois a Y, agora a Z. Será que essa sopa de letras traduz a complexidade dos nossos filhos? Especialistas garantem que sim. A geração Z é multitarefa. É rápida. Transita em alta velocidade por diversos interesses. Ouve música, fala ao celular, navega na internet... tudo ao mesmo tempo agora. Muda de opinião assim como troca o canal da TV (não por acaso, a letra Z vem do verbo zapear). E tem deixado pais de cabelos em pé.

Não é fácil penetrar no mundinho dessa turma que, segundo o estudo Gerações Y e Z: Juventude Digital, do Ibope Mídia de 2011, é composta de jovens entre 12 e 19 anos. Levantamos as experiências, os dilemas e as atitudes de algumas mães de adolescentes. E pedimos a um time de feras que apontasse os melhores caminhos para uma educação alinhada com as características desses jovens e com os valores que precisam ser transmitidos a eles.

Presas da frustração

"Confesso: sou do tipo superprotetora e, às vezes, exagero, fazendo tudo o que meu filho pede. Esse é o meu ponto fraco." Josy Pierretti, mãe de Lucas, 18 anos

"Costumamos oferecer facilidades aos filhos sem pedir nada em troca. Só que, em vez de ajudá-los, estamos criando jovens que não toleram a frustração e terão problemas na idade adulta, quando a vida naturalmente não poupa desafios", alerta Sidnei Oliveira, consultor especialista em gerações e autor do livro Geração Y: O Nascimento de uma Nova Versão de Líderes (Integrare Editora). É preciso deixar que sofram as consequências de seus erros para que possam amadurecer.

Muito mais informados

"Percebo que meu filho tem um senso crítico elevado. Quando falo de valores com ele, sou questionada. Meu filho acha tudo uma grande hipocrisia. Diz que passo muito tempo longe de casa, trabalhando, e não aproveito a vida. Isso não é, definitivamente, o que ele deseja para o próprio futuro." Magali Martins, mãe de Fábio, 15 anos

Aquela história de "faça o que eu digo, não faça o que eu faço" não surte efeito com essa geração. "Os jovens de hoje são extremamente bem informados e, portanto, muito questionadores", aponta Ana Barbieri, especialista em gerações. "Exigem coerência entre o discurso e as atitudes. Consideram autenticidade e transparência valores muito importantes", explica. Se você investir nessas qualidades, seu filho vai assimilar tudo o que deseja transmitir a ele. A geração Z se orienta pelas pessoas que admira.

Íntimos das redes sociais

"Minha filha sonha em ser cantora e diz que usa a internet para divulgar seu trabalho. Ela posta imagens e vídeos o tempo todo na rede. Já tive de intervir várias vezes dando palpites sobre o conteúdo que ela coloca no ar. Fico preocupadíssima, claro, e tento ensiná-la a preservar sua privacidade." Suely Maria de Rezende, mãe de Carolina, 18 anos

Essa geração já nasceu imersa na tecnologia. Comunica-se por meio das redes sociais, exibe-se na tela do computador e cultua incessantemente a própria imagem, fotografando-se e filmando-se. Afastar seu filho desse processo, além de ser impossível, não é recomendável. "Considero fundamental que ele desenvolva as habilidades referentes à tecnologia e que seu potencial inovador e criativo seja estimulado por meio delas", defende Oliveira. Mesmo as relações online devem ser vistas sem tanto preconceito. "É um erro acreditar que os relacionamentos que os jovens estabelecem pela internet são superficiais. Na rede, eles se expressam de maneira até mais espontânea e aberta do que pessoalmente", diz Luiz Algarra, estudioso das gerações, das redes sociais e presenciais. No lugar de limitar o acesso, a saída esperta é ajudar seu filho a construir uma visão crítica do conteúdo que recebe e posta no meio digital.

De filho para mãe

Você tem muito a ensinar ao seu filho Z, mas também a aprender. "Esses jovens foram educados com base em valores como o respeito à natureza e a importância de colaborar com o outro", diz o psicólogo Anderson Sant'Anna. Além disso, sabem lidar com a diferença. Por receber informações de todas as partes do mundo, têm como característica o multiculturalismo. Pesquisa da TNS Research International mostrou que em sites de relacionamento, como Orkut, MySpace, Facebook e Twitter, eles interagem com cerca de 288 pessoas, entre amigos ou seguidores, e têm contatos diferentes em termos de raça (62%), religião (55%), orientação sexual (29,5%), cultura (25,4%) e opinião política (24,7%).

Veja as características mais marcantes das outras gerações:

Baby Boomers (46 a 65 anos): Nos anos 1960 e 1970, romperam com a educação tradicionalista e encabeçaram movimentos pelo amor livre e pela emancipação das mulheres. São idealistas e ofereceram uma educação menos rígida aos seus filhos. Começaram a trabalhar cedo.

Geração X (30 a 45 anos): Nasceram quando a TV chegava à maioria dos lares brasileiros e se instaurava a cultura de consumo. Enfrentaram a recessão econômica e hoje procuram dar aos filhos o que não tiveram. São adeptos da educação baseada no diálogo.

Geração Y (20 a 29 anos): Conheceram a tecnologia cedo e são extremamente hábeis para operar as ferramentas digitais. Desfrutam das facilidades materiais e são apegados a seus bens. Buscam qualificação antes de entrar no mercado de trabalho e esperam retorno rápido desse investimento.

Alpha (até 11 anos): Já nasceram num mundo conectado em rede, o que certamente influenciará de maneira decisiva a formação deles.

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